Eixo Prioritário 1 – Qualificação Inicial

O eixo de intervenção Qualificação Inicial tem como objectivo elevar a qualificação dos jovens, promovendo a sua empregabilidade e a adequação das suas qualificações às necessidades do desenvolvimento sustentado, de aumento da competitividade e de coesão social da economia portuguesa.

Esta intervenção assume uma articulação directa com os objectivos e a estratégia da iniciativa Novas Oportunidades no que concerne à qualificação dos jovens, distinguindo a opção de fazer do 12º ano o referencial mínimo de escolaridade para todos e de assegurar que as ofertas profissionalizantes de dupla certificação passem a representar metade das vagas em cursos de educação e de formação que permitam a conclusão do secundário.

Objectivos Gerais do Eixo

  • Combater o insucesso e o abandono escolar precoce e prevenir a entrada de jovens com baixas qualificações no mercado de trabalho;
  • Promover o nível secundário como patamar mínimo de qualificação para os jovens;
  • Promover ofertas de formação de dupla certificação, integrando os objectivos de qualificação e inserção profissional e/ou o prosseguimento de estudos;
  • Valorizar o ensino pós-secundário não superior e a qualificação de nível 4;
  • Promover a empregabilidade dos jovens;
  • Incrementar a Igualdade de Oportunidades entre ambos os sexos.

 

Tipologias de Intervenção

1.1 - Sistema de Aprendizagem

Regulamento Específico

1.2 - Cursos Profissionais

Regulamento Específico

Grelha de Análise

CN-14/CD/2009

1.3 - Cursos de Educação e Formação de Jovens

Regulamento Específico

Grelha de Análise

CN-14/CD/2009

1.4 - Cursos de Especialização Tecnológica

Regulamento Específico

Grelha de Análise

Despacho nº 20419/2009

1.5 - Reequipamento dos Estabelecimentos de Ensino

Regulamento Específico

Grelha de Análise

  

Beneficiários dos Apoios

  • Pessoas colectivas de direito público pertencentes à administração central e local, incluindo Institutos Públicos;
  • Pessoas colectivas de direito privado, com ou sem fins lucrativos.

 

Eixo 1  Tipologias de IntervençãoAberturaFechoÂmbito
Qualificação Inicial de Jovens1.1 Sistema de Aprendizagem12-02-201015-03-2010Candidaturas referentes a formação a realizar em 2010.
1.2 Cursos Profissionais19-07-201020-09-2010Candidaturas referentes a formação a realizar no ano lectivo 2010/2011 apresentadas por entidades inseridas no Sistema Educativo e pelas Escolas de Hotelaria e Turismo (*).
1.3 Cursos de Educação Formação de Jovens19-07-201020-09-2010Candidaturas referentes a formação a realizar no ano lectivo 2010/2011 apresentadas por entidades inseridas no sistema educativo.
1.4 Cursos de Especialização Tecnológica12-02-201015-03-2010Candidaturas referentes a formação a iniciar em 2010, nas seguintes áreas prioritárias:

  • Audiovisuais e Produção dos Media
  • História e Arqueologia
  • Comércio
  • Finanças, Banca e Seguros
  • Enquadramento na Organização/Empresa
  • Ciências Informáticas
  • Metalurgia e Metalomecânica
  • Electricidade e Energia
  • Electrónica e Automação
  • Indústria Têxtil, Vestuário, Calçado e Couro
  • Construção Civil e Engenharia Civil
  • Turismo e Lazer
  • Hotelaria e Restauração

    Não serão objecto de apoio entidades com projectos em execução com financiamento aprovado para 2010.

    Face às disponibilidades financeiras não será considerada a oferta formativa desenvolvida por Estabelecimentos do Ensino Superior Público (EESP).


    Os cursos de especialização tecnológica deverão estar autorizados nos termos do Decreto-Lei 88/2006, de 23 de Maio, à data de submissão das candidaturas.
  • 1.5 Reequipamento dos Estabelecimentos de Ensino 09-11-2009 04-01-2010Candidaturas para financiamento de projectos a desenvolver no âmbito do Plano Tecnológico da Educação – Kit Tecnológico, pelos estabelecimentos privados de ensino tutelados pelo Ministério da Educação e que ministrem ofertas iniciais para jovens, conferentes de dupla certificação.

     (*) As escolas profissionais privadas que pertenciam à NUT III - LVT no QCA III, não serão objecto de apoio neste concurso, mantendo-se o financiamento nos moldes em vigor desde 2005.